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Microrrobô "vivo" entrará no corpo para detectar doenças

Já batizado de "Ciberplasma", o robô será fruto de uma combinação inusitada de microeletrônica com as mais recentes pesquisas em biomimética - tecnologia inspirada na natureza - e biologia sintética.

A intenção é projetar, construir e integrar ao robô componentes que respondam à luz e a compostos químicos, da mesma maneira que animais vivos - não sensores eletrônicos comuns, mas biossensores derivados de células vivas.

Os pesquisadores já escolheram o animal que servirá de base para a construção do robô: a lampreia, um animal marinho encontrado principalmente no Oceano Atlântico, que tem um sistema nervoso muito primitivo, que é mais fácil de imitar do que sistemas nervosos mais sofisticados. E ele se movimenta nadando, o que os cientistas acreditam ser a melhor opção para um biorrobô que pretenda entrar e se movimentar no corpo humano.

O projeto prevê um protótipo do Ciberplasma com menos de um centímetro de comprimento. Versões futuras, segundo os cientistas, poderão potencialmente ter menos do que um milímetro de comprimento, ou mesmo serem construídos em escala nanométrica.

Vida artificial

Células musculares sintéticas - células vivas geneticamente modificadas e controladas eletricamente - vão gerar movimentos ondulatórios para a propulsão do robô através da água ou outros líquidos.

Os sensores sintéticos, derivados de células de levedura, serão responsáveis por coletar sinais a partir do meio ambiente.

Esses sinais serão processados por um "cérebro" eletrônico - este sim, eletrônico mesmo, baseado em semicondutores comuns - que, por sua vez, irá gerar os sinais elétricos que controlarão as células musculares.

Todos os componentes eletrônicos serão alimentados por uma célula a combustível microbiana, integrada ao corpo do robô.

"Estamos atualmente desenvolvendo e testando componentes individuais do Ciberplasma," conta o professor Daniel Frankel, que se intitula um bioengenheiro. "Esperamos chegar à fase de montagem dentro de dois anos. Acreditamos que o Ciberplasma possa começar a ser usado em situações do mundo real dentro de cinco anos".

Adaptado de:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=micro-robo-vivo-detectar-doencas&id=010180120331

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