Empresa Júnior do Inatel entra para a maior federação do mundo no setor

Integrantes Empresa Junior InatelIntegrantes da CP2eJr em Encontro de Empresas Juniores do Sul de Minas

No dia 29 de dezembro do 2019, a Empresa Junior do Inatel, conhecida como CP2eJr, passou a fazer parte da Federação das Empresas Juniores de Minas Gerais, considerada a maior do mundo pelo número de empresas associadas. Após um processo exigente para alcançar a federação, com treinamentos, prospecções, projetos, documentação e metas, a CP2eJr agora poderá ser vista em âmbito nacional e contar com a estrutura de toda a rede estadual.

Para o Presidente da Empresa Júnior Consultoria e Projetos em Engenharia Elétrica, CP2eJr, João Leonardo Andrade, o ano de 2019 foi uma verdadeira revolução para os estudantes que integraram o projeto. “Após um trabalho de muito foco e empenho, em outubro a Empresa Júnior do Inatel se tornou filiada ao Núcleo Polo das Empresas Juniores de Itajubá. Em novembro, sediamos um evento do Movimento Empresa Júnior, com mais de 400 pessoas, foi a segunda reunião das empresas juniores (EJ) do sul de Minas e estiveram presentes 30 EJs. No mês de dezembro, conquistamos a tão sonhada Federação das Empresas Juniores de Minas Gerais, a FEJEMG, fazendo com que o Inatel se torne uma Instituição de Ensino Superior Júnior também” orgulha-se o aluno do sétimo período de Engenharia da Computação do Instituto.

A FEJEMG, fundada em 1995, é uma rede composta por 19 Instituições de Ensino Superior contempladas com 113 EJs federadas no estado. Segundo a Federação, as empresas associadas possuem uma certificação de regulamentação e recebem capacitação em gestão, execução de projetos e liderança para os micro e pequenos empresários, por meio da cultura empreendedora.

O Vice-Diretor do Inatel, Guilherme Marcondes, acompanhou as etapas finais para a federação da CP2eJr e afirma que ao participarem de atividades com a Empresa Júnior, os estudantes estão estimulando suas competências técnicas, dentro das especializações de seus cursos, além das habilidades gerais como empreendedorismo, trabalho em equipe, visão gerencial e de planejamento. “As empresas juniores têm buscado maior interação, troca de experiências e compartilhamento de boas práticas, por meio da federação. A entrada da Empresa Júnior do Inatel nesta federação certamente trará maior qualidade e organização”.
Ao integrar a rede estadual de empresas juniores, a CP2eJr passa a fazer parte também da Brasil Junior, organização nacional que realiza um acompanhamento periódico, treinamentos, visitas, banco de práticas e cocriação de produtos do Movimento Empresa júnior nos estados brasileiros.
Empresa Junior III

João Leonardo Andrade, Presidente em 2019, no evento em que a CP2eJr foi homenageada pela FEJEMG

Para encerrar o ano, que foi muito marcante para os participantes da Empresa Junior do Inatel, também no mês de dezembro, o Presidente João Leonardo Andrade recebeu em nome da CP2eJr uma homenagem durante o Prêmio FEJEMG, em Belo Horizonte, por participar do último e do maior Processo Único de Federação (PUF) da história.

Guilherme Marcondes lembra ainda que a Empresa Júnior é mais uma das oportunidades que o Inatel oferece para que os alunos coloquem a engenharia em prática durante o seu curso. “Por ser uma empresa organizada e conduzida pelos próprios estudantes (com apoio e orientação da Instituição), ela complementa a experiência técnica com empreendedorismo, planejamento e visão gerencial mas, principalmente, incentiva a prática das demais habilidades necessárias aos profissionais: relacionamento e trabalho em equipe, gestão de pessoas e projetos, atuação comercial, entre outras” enfatiza o vice-diretor.
João Leonardo deixa o convite aberto aos alunos, pois, de acordo com sua visão, 2020 será ainda mais movimentado para a Empresa Júnior do Inatel e esta é uma experiência importante para a vida acadêmica.


SOBRE O MOVIMENTO EMPRESA JÚNIOR
Em 1967, alunos da ESSEC – L’École Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales, em Paris, fundaram a Junior ESSEC Conseil, uma associação de estudantes que colocaria em prática os conhecimentos acadêmicos com clientes do mercado.

As empresas juniores são constituídas pela união de alunos matriculados em cursos de graduação em instituições de ensino superior, organizados em uma associação civil com o intuito de realizar projetos e serviços que contribuam para o desenvolvimento do país e de formar profissionais capacitados e comprometidos com esse objetivo.
Desde 2010, o MEJ já impactou mais de R$ 70.000.000,00 na economia brasileira, que são integralmente reinvestidos na educação empreendedora dos estudantes. Ex-alunos que passaram por empresas juniores contam com diferencial de conhecer o mercado ainda dentro da graduação, ter experiência de trabalho, conhecer a prática empreendedora e desenvolvimento de suas habilidades empresariais.

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