As transformações tecnológicas seguem redesenhando o mercado de trabalho no Brasil e no mundo. A mais recente lista de profissões em alta para 2026, divulgada pelo LinkedIn, aponta uma forte demanda por profissionais ligados à inteligência artificial, dados, energia, automação, processos industriais e negócios. Esse cenário dialoga diretamente com as graduações oferecidas pelo Inatel. A seguir, algumas das carreiras em destaque que se alinham à formação dos futuros egressos.
- Engenheiro de Inteligência Artificial;
- Especialista ou Assistente de Dados;
- Engenheiro de Segurança de Processo;
- Analista de Eficiência Energética;
- Analista de Operações Logísticas;
- Gerente de Desenvolvimento de Negócios.
Em comum, todos os cargos exigem base técnica sólida, visão sistêmica e capacidade de adaptação, competências centrais na formação em Engenharia.
Formação alinhada às novas demandas
Os cursos do Inatel acompanham a evolução do setor produtivo e tecnológico, preparando os estudantes para atuar em áreas estratégicas da economia digital e industrial. Graduações como Engenharia de Computação e Engenharia de Software se conectam diretamente às carreiras em IA e dados, hoje no topo da demanda global. Já Engenharia de Telecomunicações amplia esse aspecto ao integrar redes inteligentes, infraestrutura digital e aplicações de inteligência artificial em sistemas complexos.
Na área industrial, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica e Engenharia de Produção formam profissionais preparados para atuar com eficiência energética, segurança de processos, logística e operações, temas centrais para empresas que buscam competitividade, redução de custos e sustentabilidade. A Engenharia Biomédica, por sua vez, ocupa um espaço estratégico ao unir tecnologia, dados e saúde, um dos setores que mais incorporam inovação tecnológica em escala global.
Brasil e exterior no radar
A formação em Engenharia também amplia as possibilidades de atuação internacional. Áreas como software, dados, segurança, automação industrial e energia apresentam demanda consistente fora do país, especialmente em mercados que investem em transformação digital, indústria avançada e transição energética.
Nesse contexto, a formação técnica aliada à vivência prática, característica do modelo educacional do Inatel, permite que o estudante transite entre mercado nacional e internacional, seja na indústria, em empresas de tecnologia, startups ou centros de inovação.






