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Evento on-line debate segurança cibernética e a importância da conscientização de todos em um mundo cada vez mais conectado

Inatel Inauguração Centro Segurança CibernéticaOs desafios de Segurança Cibernética, as ações já iniciadas no Brasil, os exemplos de outros países e a importância de um trabalho conjunto envolvendo sociedade, poder público, empresas e instituições de pesquisa foram tema da segunda edição do Inatel Cyber Security Summit, realizado nesta quinta-feira, dia 25 de março, pelo YouTube. O evento marcou também o lançamento do Inatel Cyber Security Center - CxSC Telecom.

Dois pontos foram destaque entre as apresentações dos convidados: as oportunidades e riscos com a chegada do 5G e a importância de envolver os cidadãos na conscientização da segurança cibernética. O tema é considerado um dos principais riscos do mundo, de acordo com o Fórum Econômico Mundial.

Os participantes destacaram as oportunidades e benefícios que a 5ª Geração de Comunicação Móvel irá trazer, mas também os cuidados que devem ser reforçados com a questão da segurança cibernética, em um mundo em que o físico e o virtual estarão cada vez mais conectados. “É muito clara a demanda por este tipo de serviço de segurança cibernética. A prestação de serviços de telecom é essencial. As redes estão mudando rapidamente, as operadoras têm suas obrigações e sempre terão planos de segurança. A conscientização deve ser de todos os envolvidos porque não é apenas um risco das empresas. É um risco social, já que são 210 milhões de pessoas usufruindo de serviços de conexão”, afirmou o Superintendente de Controle de Obrigações e coordenador do Grupo Técnico de Segurança Cibernética e Coordenação de Riscos de Infraestrutura Crítica (GT Cyber) da Anatel, Gustavo Santana.

Inatel Summit Cibersegurança 1Gustavo explicou ainda que o trabalho do GTCyber será constante, com envolvimento de todos os agentes porque as boas práticas devem ser atualizadas de acordo com as vulnerabilidades.

O diretor de CyberSecurity da Claro, Paulo Martins, destacou que a evolução da conectividade aumenta a área de exposição para ataques cibernéticos, já que o processamento será cada vez mais distribuído. “Estamos trabalhando para proteger a rede, mas com uma visão que não termina aí. Por isso, iniciativas como a do Inatel são tão importantes, principalmente na formação de profissionais para todo esse ecossistema e renovação de que estão atuando. Essa iniciativa é fundamental para o futuro das telecomunicações no Brasil”.

As principais fabricantes de telecomunicações e parcerias do Inatel – Ericsson e Huawei – também expuseram investimentos e experiências que as multinacionais têm na área de cyber security, além da importância do assunto para a evolução da conectividade e da conscientização e confiança do usuário final. “Para a Ericsson, o 5G reduz a tolerância ao risco de segurança. Com a tendência de digitalização em todos os setores, com sistemas móveis, é emergente os novos vetores de ataques, por isso, a infraestrutura deve estar blindada e que medidas corretivas sejam aplicadas sempre que necessário. Segurança Cibernética é essencial para que possamos usufruir de todos os benefícios dessa tecnologia, o desenvolvimento econômico e de novos setores, sempre olhando a experiência do usuário final. E a parceria entre poder público, iniciativa privada e sociedade é o que vai endereçar esse desenvolvimento”, explicou a diretora de Relações Industriais e Governamentais da Ericsson Latam, Jacqueline Lopes.

Inatel Summit Cibersegurança 2O diretor Global de Cibersegurança da Huawei, Marcelo Motta, reforçou a importância de análise de todo o ecossistema cibernético e os agentes envolvidos para falar em segurança. “É essencial essa cooperação entre academia, governo, empresas, fabricantes para que a gente consiga evoluir e expandir esses sistemas que representam o futuro do nosso país e de um mundo conectado em que vivemos”.

No segundo painel do Cyber Security Summit, o professor e pesquisador do Inatel, Guilherme Aquino, apresentou questões técnicas de segurança do 5G nas vertentes de implementação e também de OpenRAN. O coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento na Secretaria de Empreendedorismo e Inovação do MCTI, Rubens Caetano de Souza, apresentou dados sobre investimentos em cibersegurança no Brasil e no mundo, além dos projetos apoiados pelo Ministério. “Temos que buscar uma integração de todas as entidades e de todo o ecossistema para podermos implantar o 5G no país com uma atenção especial em segurança cibernética. Para isso, temos que ter profissionais cada vez mais qualificados, procedimentos bem definidos e monitorados constantemente. A confiabilidade é imprescindível”.

O Disruptive Scientist Leader do Brain, do Instituto de Ciência e Tecnologia da Algar Telecom, Luiz Claudio Theodoro apresentou as visões dos novos drivers e tecnologias do 5G e os impactos em cibersegurança, além de destacar a necessidade de profissionais atualizados com o tema para atender a demanda de mercado.
O gerente de Soluções de Comunicações Sem-Fio do CPQD, Gustavo Correa Lima, trouxe exemplos de ameaças e ataques de segurança cibernética e a importância de ampliar o debate e as ações práticas nessa área no Brasil.

O evento pode ser conferido no canal do Inatel no Youtube.

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