O Instituto Nacional de Telecomunicações ‒ Inatel deu início às atividades da Fetin, a Feira Tecnológica do Inatel, evento que chega à sua 45ª edição e mobiliza alunos, professores e comunidade no desenvolvimento de projetos tecnológicos.
A iniciativa incentiva estudantes a transformarem ideias em soluções inovadoras, aplicando na prática conhecimentos adquiridos durante a graduação. Os projetos são desenvolvidos individualmente ou em equipe e acompanhados por orientadores, passando por diferentes etapas de avaliação e aprimoramento, até a apresentação final na feira, que acontece de 24 a 26 de setembro, no campus do Inatel, em Santa Rita do Sapucaí (MG).
Entre os objetivos da Fetin estão estimular a criatividade e a inovação tecnológica entre os alunos, fortalecer o trabalho em equipe e aproximar a formação acadêmica das demandas do mercado e da sociedade. Filipe Bueno, coordenador da Fetin, explica que a feira também se consolida como um espaço de oportunidades dentro do Instituto. “A Fetin vem se consolidando como um hub de oportunidades, um espaço que reúne diferentes interesses e possibilidades para os alunos”, afirma.
Durante o ano, os participantes passam por fases estruturadas de desenvolvimento dos projetos, que incluem atividades como workshop de ideação, apresentação de propostas para bancas avaliadoras, momentos de mentoria e encontros de acompanhamento para validação das soluções desenvolvidas. Esse processo permite acompanhar a evolução das equipes e oferecer feedback constante ao longo da construção dos projetos.
“As diferentes fases da Fetin permitem acompanhar a evolução dos projetos e oferecer feedback constante aos estudantes. Esse acompanhamento ajuda a extrair o melhor de cada equipe e a aprimorar as soluções ao longo do ano”, destaca o coordenador.
Gamificação e impacto social
Para esta edição, a feira também contará com o Fetin Game, uma proposta de gamificação que conta com atividades extras opcionais, mas que geram benefícios e brindes aos estudantes e seus projetos. “Neste ano, a Fetin passa a incorporar uma lógica de gamificação construída junto com os próprios alunos. Isso faz com que a feira fique ainda mais com a cara deles e fortalece o engajamento durante todo o processo”, explica Bueno.
Outro aspecto destacado na iniciativa é a conexão entre tecnologia e impacto social. Os projetos desenvolvidos pelos estudantes partem de problemas reais, incentivando os alunos a compreender contextos, exercitar empatia e desenvolver soluções tecnológicas com aplicação prática.
“Os projetos precisam estar conectados a problemas reais. Isso faz com que os alunos desenvolvam não apenas habilidades técnicas, mas também uma visão mais humanizada da engenharia, pensando no impacto que aquela tecnologia pode gerar para pessoas ou comunidades”, afirma.
Realizada anualmente, a Fetin integra ensino, pesquisa e inovação, proporcionando aos estudantes a oportunidade de vivenciar todas as etapas do desenvolvimento tecnológico, desde a concepção da ideia à apresentação de soluções para a comunidade.






